domingo, 13 de julho de 2014

... no intervalo da final da Copa ...

Eu e meus imbróglios amorosos. Depois de tanto tomar na cara, eu decidi não esperar nada mais: deixar o rio correr. Estava feliz e satisfeita com minha vida, sem nem lembrar que existiam homens no mundo (sinceramente, nem sei como conseguia fazer isso), quando um desinfeliz resolveu chamar a minha atenção pra o sexo oposto. E ostensivamente.
Enfim, confesso que vivi. De (um) tudo com esse lindo todo tatuado. Acabou e com ele veio um novo e cá estou eu na mão do palhaço. Eu sei que ele está interessando, ele já me disse, eu já percebi literalmente, mas é tanto jogo, é tanta covardia que me irrita. Custa a pessoa largar o osso quando não tá disposta a bancar o que sente? É tão chato estar vivendo essa sensação de suspensão...
Não estou apaixonada. Quero apenas viver um lance, mas tá tão complicado que estou quase me retirando de campo. Juro, juro, juro que achei que seria mais fácil, por não ter paixão, por ser apenas curtição, atração, admiração, mas, se for essa complicação toda vez que eu me aproximar do sexo oposto, vou deixar pra quando eu estiver realmente envolvida, porque dá muito trabalho pra pouca emoção.
Vou viver um dia de cada vez, tentar ficar na minha e curtir o que ocorrer.

Um comentário:

Lélia Maria disse...

é a melhor decisão.