domingo, 27 de julho de 2014

Muito legal este blog:
www.estherhonig.com

Uma jornalista retrata como é a beleza da mulher em várias partes do mundo.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

.... Eu e meus imbróglios amorosos parte II....
Tem exatamente um ano que eu conheci um homem. Não, não, verdade seja dita, o já o conhecia, mas de vista. Nunca tinha conversado com ele. Ele disse que eu já conversei, fui educada e tudo. Mas não lembro nem de ter olhado no olho dele.
Enfim, de lá pra cá temos ficado umas vezes aí, não sei quantas, não contei e não me interessa. Interessa que ele foge de mim. Sempre. E eu fico atrás dele. Nunca fiz isso com homem nenhum, mas é impressionante que eu chego perto e ele vem. É um enigma pra mim.
Várias vezes eu tenho falado disso em minha análise, sobre o que é que ele vê quando me olha, porque eu vejo o desespero nos olhos dele, como se não soubesse o que fazer comigo, com a minha cola. Minha analista fala que na dúvida, eu não faça nada e questiona se eu não me limito. Só falta eu perguntar se eu não tenho dignidade. Nem precisa, né?
Mas o fato é que em minha última sessão ela me perguntou porque eu fico perdendo meu tempo com pessoas que eu não tô a fim e eu respondi que a única pessoa que me interessa é ele, mas que quando um não quer dois não brigam. Aqui cabe um ponto, porque eu bem sei que quem escolhe o objeto de amor é o homem e eu não fui escolhida. Fico me perguntando se eu não sou o homem da relação... Juro.
Mais anda porque eu sempre cito o desenho da gata e do gambá e no meu inconsciente, era a gata que perseguia o gambá. Era essa alusão que eu sempre fazia de mim e dele na análise.... E é o contrário.

Pra fechar: não adianta fazer nada mesmo. No final eu me sinto sempre à deriva e vivo me perguntando se eu levo jeito pra esse lance de amor. É tanto sofrimento.
Inicialmente nunca achei que existiria um eu sem meu ex marido. Foi um choque quando me vi sem ele. Não sabia nem onde colocar as mãos de tão desconsertada na vida que eu tava. Foram anos, meses, dias, horas, minutos, segundos vividos cada um na pele pra tomar corpo dentro de mim uma Lila que tinha se esvaído com o fim do relacionamento. Eu me lembro de olhar pra meu ex e pensar "meu Deus, que homem lindo! Era todo meu!". Eu amei muito aquele homem. Muito que nem acredito que superei. Era um amor louco, onde eu entrava TODA na relação.
Amar é muito difícil.
Assim que eu me libertei dessa loucura toda que chamamos "amor", eu achei que não amaria novamente. Primeiro porque eu entrei numas que na partilha de amores, eu estava fadada a não ter mais ninguém porque tinha desperdiçado a minha chance; segundo porque eu não acreditava que alguém me tocaria novamente e porque não era merecedora de uma pessoa dos moldes que eu queria. Achava que uma pessoa que eu queria, assim muito parecida comigo mesma, nunca me notaria. Mas hoje eu sei que era apenas porque eu estava muito fragilizada com tudo o que eu tinha passado e estava tentando me reerguer.

Eu encontrei essa pessoa. Muito parecida comigo, mas agora é a hora de ela de reerguer de alguma coisa que ela tá passando e que eu vislumbro o que seja, mas não sei exatamente. Não posso querer por ela. Mas pela primeira vez na vida, vou ficar a minha esperando pra ver. E apesar de não ser pessimista, acho que dessa vez eu não vou ver nada. Nem tô mais acreditando nas contingências.
Acho que tô muito apaixonada pra isso.................................





domingo, 13 de julho de 2014

... no intervalo da final da Copa ...

Eu e meus imbróglios amorosos. Depois de tanto tomar na cara, eu decidi não esperar nada mais: deixar o rio correr. Estava feliz e satisfeita com minha vida, sem nem lembrar que existiam homens no mundo (sinceramente, nem sei como conseguia fazer isso), quando um desinfeliz resolveu chamar a minha atenção pra o sexo oposto. E ostensivamente.
Enfim, confesso que vivi. De (um) tudo com esse lindo todo tatuado. Acabou e com ele veio um novo e cá estou eu na mão do palhaço. Eu sei que ele está interessando, ele já me disse, eu já percebi literalmente, mas é tanto jogo, é tanta covardia que me irrita. Custa a pessoa largar o osso quando não tá disposta a bancar o que sente? É tão chato estar vivendo essa sensação de suspensão...
Não estou apaixonada. Quero apenas viver um lance, mas tá tão complicado que estou quase me retirando de campo. Juro, juro, juro que achei que seria mais fácil, por não ter paixão, por ser apenas curtição, atração, admiração, mas, se for essa complicação toda vez que eu me aproximar do sexo oposto, vou deixar pra quando eu estiver realmente envolvida, porque dá muito trabalho pra pouca emoção.
Vou viver um dia de cada vez, tentar ficar na minha e curtir o que ocorrer.