terça-feira, 25 de novembro de 2014

Carcinoma papilífero no lobo esquerdo da tireóide.

Eis o diagnóstico após alguns meses que eu descobri um nódulo na tireóide. Dia 28/10 eu fiz uma tireoidectomia e retirei também os gânglios linfáticos. Segundo o médico, é o protocolo corrente quando se retira a tireóide, pra evitar micro metástase. Descobri que o câncer de tireóide não faz grandes metástases e que retirando a glândula, o carcinoma vai embora junto.
Hora nenhuma eu fiquei com receio de alguma coisa acontecer, mas quando eu peguei a guia do plano de saúde pra realizar a cirurgia e vi que os gânglios linfáticos iam junto, confesso que bateu um medão. Pensei na hora: nadei, nadei e morri na praia.

Tudo acabou, mas devo falar que tem duas coisas que me incomodam MUITO: cadê a minha vitalidade? E o que aconteceu com a minha voz?

Após a cirurgia, cheguei em casa fiz uma verdadeira faxina em minhas coisas e nas de Gui. Sabia que teria 15 imensos dias pra mim e pras coisas que urravam por fazer. Corrigi dois textos, vi uns 10 filmes e li dois livros. Isso tudo em 05 dias. Depois, eu mal conseguia ficar em pé. Tive pós graduação e sinceramente não sei como consegui dirigir do Rio Vermelho até o Garcia (uns 6 km), como estacionei e mais, como peguei Gui na escola e o levei pra análise.

Fui a um médico bom e carérrimo, mas descobri que fiz um hipotireoidismo, pois a quantidade de iodo que eu estava tomando era muito pouca pra eu realizar as minhas atividades. Descobri a duras penas que a bateria do corpo é a tireóide e que a estava quase parada. Ele aumentou a dosagem e disse que em seis semanas eu iria voltar ao meu normal. Estou ainda na metade.

Sem disposição pra quase nada, casando ao menor esforço, mas não paro de fazer nada. Se eu sentar ou deitar, não consigo levantar. Resultado: não paro. Faço o que posso e o que não posso até a exaustão. Tem dado certo, mas de tudo o que mais me fez questão nesta história foi o meu significante mais vivo, se é que eu posso denominar assim: minha disposição pra fazer tudo.

Nunca precisei de muito sono. Durmo pouco, acordo às três todo dia, faço tudo e sempre estou disposta pra tudo. Sou (voltarei a ser) do tipo que trabalha o dia inteiro subindo e descendo escadas, atende no consultório, fica pra cima e pra baixo pegando e levando filho pra tudo e se me convidarem pra sair de noite, saio, danço, bebo fumo a noite inteira, durmo três horas e tenho pique pra fazer tudo isso novamente no outro dia.

Vou em busca da minha disposição.


segunda-feira, 27 de outubro de 2014



E pra corroborar meu pensamento, segue o "ciclo da prosperidade" do brasileiro.
Sou classe média tb e obtive muitas vantagens neste governo petista. Meu diferencial eh que sou esquerda e NUNCA voto na direita, apesar de não concordar com tudo no governo do PT.


#FelizDilmais

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Ontem eu saí. Fui a um ensaio de Carnaval com entrada custando R$70. Nunca tinha tido vontade de ir, porque achava que era cheio de gente pedante, velha, as músicas não me agradariam, etc. Fui e gostei. Totalmente diferente do que eu achava que seria: música boa, pessoas bonitas, tomando espumante, vestidas para matar, minha faixa etária, todo mundo "muito feliz e astral". Não volto mais. Não é o meu lugar, não é o meu público e decididamente, tomar boêmia long neck a R$10 não é a minha.
....
Amo sair. Acho que é uma das coisas que eu mais gosto de fazer, mas estou perdendo o tesão de sair aqui em Salvador. São raros os lugares que eu vou, me identifico e tenho vontade de voltar. Sem falar da sensação de vazio, de tempo perdido, de noite mal dormida, de horas subaproveitadas. Se tem uma coisa que eu odeio é sair e ficar pensando em voltar pra casa, sonhando com os filmes que tenho pra ver, desejando minha cama ou mesmo estar de prega em casa.

Tô pensando seriamente em tirar um ano sabático de saídas. De não colocar meu nariz na rua. De ir apenas para os "meus" lugares: Póstudo, Dinha, espetáculos menores no teatro, "minha" praia, cinema da UFBA, meus sambinhas in e só. Vontade de desconhecer certos lugares, certas pessoas. Cansada dessas coisas tão efusivas. Vontade de ficar apenas com algumas poucas pessoas. Cada vez mais com vontade de me aposentar pra me enfiar num lugar bem ermo, numa fazenda bastante distante de tudo isso.

Tô chata. A questão é comigo. eu sei. Não tem nada a ver com o outro. Sou eu que não consigo ver a mesma graça que via antes nas coisas. Precisando dar um tempo pra entrar em contato com o que me faz feliz.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Desisti.
Simplesmente desisti do homem que eu estava suuuper apaixonadinha, porque pensei, pensei, pensei ... pra que ficar interessada em um homem que não te nenhuma atitude? Fiquei esse tempo todo justificando o motivo de ele não chegar até mim. Todos podem ser viáveis. Acho até que são. Mas isso não me serve de nada e ainda escancara o fato de ele ser tão frouxo. L I T E R A L M E N T E.

Estou aqui na vibe de esquecê-lo. Nem o incluí em minhas orações de esquecimento (confesso que faço isso!), pra não ficar lembrando. Eu já sei como funciono. Preciso pensar na pessoa até a exaustão, dar uns foras (forinhas, mas que eu fico achando que são maiores do que na verdade são), e ir deixando a pessoa sair de dentro de mim naturalmente, no meu tempo. Agora, quando a pessoa sai, sai mesmo. Não consigo estar envolvida emocionalmente com uma pessoa e ficar com outras. Então eu tenho me dado meu tempo e tem dado certo. Tô de buenas, a parte pior (creia, já teve), já passou. Aceitei que ele não quer, não pode, não tá a fim, não consegue, é frouxo, enfim, variações desse mesmo tema e fim de papo.

domingo, 27 de julho de 2014

Muito legal este blog:
www.estherhonig.com

Uma jornalista retrata como é a beleza da mulher em várias partes do mundo.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

.... Eu e meus imbróglios amorosos parte II....
Tem exatamente um ano que eu conheci um homem. Não, não, verdade seja dita, o já o conhecia, mas de vista. Nunca tinha conversado com ele. Ele disse que eu já conversei, fui educada e tudo. Mas não lembro nem de ter olhado no olho dele.
Enfim, de lá pra cá temos ficado umas vezes aí, não sei quantas, não contei e não me interessa. Interessa que ele foge de mim. Sempre. E eu fico atrás dele. Nunca fiz isso com homem nenhum, mas é impressionante que eu chego perto e ele vem. É um enigma pra mim.
Várias vezes eu tenho falado disso em minha análise, sobre o que é que ele vê quando me olha, porque eu vejo o desespero nos olhos dele, como se não soubesse o que fazer comigo, com a minha cola. Minha analista fala que na dúvida, eu não faça nada e questiona se eu não me limito. Só falta eu perguntar se eu não tenho dignidade. Nem precisa, né?
Mas o fato é que em minha última sessão ela me perguntou porque eu fico perdendo meu tempo com pessoas que eu não tô a fim e eu respondi que a única pessoa que me interessa é ele, mas que quando um não quer dois não brigam. Aqui cabe um ponto, porque eu bem sei que quem escolhe o objeto de amor é o homem e eu não fui escolhida. Fico me perguntando se eu não sou o homem da relação... Juro.
Mais anda porque eu sempre cito o desenho da gata e do gambá e no meu inconsciente, era a gata que perseguia o gambá. Era essa alusão que eu sempre fazia de mim e dele na análise.... E é o contrário.

Pra fechar: não adianta fazer nada mesmo. No final eu me sinto sempre à deriva e vivo me perguntando se eu levo jeito pra esse lance de amor. É tanto sofrimento.
Inicialmente nunca achei que existiria um eu sem meu ex marido. Foi um choque quando me vi sem ele. Não sabia nem onde colocar as mãos de tão desconsertada na vida que eu tava. Foram anos, meses, dias, horas, minutos, segundos vividos cada um na pele pra tomar corpo dentro de mim uma Lila que tinha se esvaído com o fim do relacionamento. Eu me lembro de olhar pra meu ex e pensar "meu Deus, que homem lindo! Era todo meu!". Eu amei muito aquele homem. Muito que nem acredito que superei. Era um amor louco, onde eu entrava TODA na relação.
Amar é muito difícil.
Assim que eu me libertei dessa loucura toda que chamamos "amor", eu achei que não amaria novamente. Primeiro porque eu entrei numas que na partilha de amores, eu estava fadada a não ter mais ninguém porque tinha desperdiçado a minha chance; segundo porque eu não acreditava que alguém me tocaria novamente e porque não era merecedora de uma pessoa dos moldes que eu queria. Achava que uma pessoa que eu queria, assim muito parecida comigo mesma, nunca me notaria. Mas hoje eu sei que era apenas porque eu estava muito fragilizada com tudo o que eu tinha passado e estava tentando me reerguer.

Eu encontrei essa pessoa. Muito parecida comigo, mas agora é a hora de ela de reerguer de alguma coisa que ela tá passando e que eu vislumbro o que seja, mas não sei exatamente. Não posso querer por ela. Mas pela primeira vez na vida, vou ficar a minha esperando pra ver. E apesar de não ser pessimista, acho que dessa vez eu não vou ver nada. Nem tô mais acreditando nas contingências.
Acho que tô muito apaixonada pra isso.................................





domingo, 13 de julho de 2014

... no intervalo da final da Copa ...

Eu e meus imbróglios amorosos. Depois de tanto tomar na cara, eu decidi não esperar nada mais: deixar o rio correr. Estava feliz e satisfeita com minha vida, sem nem lembrar que existiam homens no mundo (sinceramente, nem sei como conseguia fazer isso), quando um desinfeliz resolveu chamar a minha atenção pra o sexo oposto. E ostensivamente.
Enfim, confesso que vivi. De (um) tudo com esse lindo todo tatuado. Acabou e com ele veio um novo e cá estou eu na mão do palhaço. Eu sei que ele está interessando, ele já me disse, eu já percebi literalmente, mas é tanto jogo, é tanta covardia que me irrita. Custa a pessoa largar o osso quando não tá disposta a bancar o que sente? É tão chato estar vivendo essa sensação de suspensão...
Não estou apaixonada. Quero apenas viver um lance, mas tá tão complicado que estou quase me retirando de campo. Juro, juro, juro que achei que seria mais fácil, por não ter paixão, por ser apenas curtição, atração, admiração, mas, se for essa complicação toda vez que eu me aproximar do sexo oposto, vou deixar pra quando eu estiver realmente envolvida, porque dá muito trabalho pra pouca emoção.
Vou viver um dia de cada vez, tentar ficar na minha e curtir o que ocorrer.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Estava zapeando pelo meu blog e vendo o tanto que vivi...
Tão saudável anotar tudo o que se vive, quando nada pra recordar os momentos.
Quero muito voltar a fazê-lo.

Minha vida tem estado tão nos rumos ultimamente que nem tenho ânimo pra ficar relatando, mas vamos lá:
No trabalho está tudo como dantes. A mudança maior está na direção. Pelo menos eu estava achando uma mudança e tanto. Mas com o passar dos dias, vc percebe que não é tanta assim... Mudou a juíza, mudaram os propósitos do setor, paramos de trabalhar pra torcida e enfim estamos trabalhando em prol do jurisdicionado. Mas apesar dessa mudança de perspectiva, fica sempre uma ponta de decepção, pois vc faz e não há feedback da direção, vc tem que ficar literalmente correndo atrás da juíza pra mostrar, solicitar o que fazer, dizer que está no caminho certo... Muito desgastante estar mostrando serviço, mesmo quando ele aparece e fica escancarado que está dando certo...
No consultório está uma paradeira só. Meus pacientes evadiram (quase) todos. Meus ares mudaram bastante em relação à psicanálise. Estou atendendo no consultório de minha professora querida. Ela tem sido uma verdadeira mãe pra mim, pois o valor que pago é tão irrisório que nem sinto. É certo que a sala está precisando de umas reformas, mas nós duas estamos cuidando disso. Estou estudando mais, desisti dos convênios (após gastar tempo, energia e dinheiro tentando, dando o meu melhor pra conseguir fazer acontecer). Foram muitas conversas, sessões de análise e reflexão pra perceber que não queria. Apesar de que ainda não sei como conseguir pacientes. Minha analista diz que eu preciso ter o desejo de ser analista, estudar muito e deixar meu espaço no consultório disponível que eles vão aparecer. Eu estou fazendo minha parte. Contigência ou não, isso vai acontecer. [me dei um prazo pra me dedicar a esta causa: até minha aposentadoria, se eu não tiver ainda vingado na psicanálise, vou desistir e ponto]. Marquei com uma colega pra implantar uns projetos. Vamos ver.
Em casa, as coisas estão bem: Sônia vai quatro dias na semana, organiza tudo, Gui colabora, os cachorros sujam (agora tenho dois: Dudu e Bi), mas vou limpando, Raíssa enche o sofá de pêlo (preciso comprar um aspirador de pó) ... Estou muito mais tranquila com a minhas coisas de casa e tenho conseguido conviver bem com meus vizinhos (apesar dos transtornos de adaptação de Bi a minha realidade). Estou lavando os pratos quase toda noite, arrumando o que desarrumo e lidando bem com o que não consigo dar conta.
Em relação ao meu corpo, estou muito satisfeita: mais magra, mais bonita, mais tranquila, atraindo os homens de uma maneira que eu não sabia ser possível, descobrindo minha sexualidade e pequenos prazeres que o cotidiano me proporciona, saindo muito e deixando as coisas acontecerem de uma maneira mais natural e espontânea. Estou irradiando sensualidade, bem estar, paz e conhecendo mil pessoas e mil maneiras de (vi)ver o mundo. Enfim, estou me proporcionando aprendizados. Estou começando a correr (comecei dentro de casa, evoluí pra esteira e estou ponderando passar pra rua), fazendo uma dieta voltada pra minhas necessidades (sem glúten e sem muitos frufrus), estou me sentindo outra: sem gases, sem passar mal, sem cansaço demasiado e sem o mal estar diário.
Em relação aos homens, conheci alguns, me apaixonei platonicamente por um que não valia a pena, fiquei com outro, mas me envolvi muito com um terceiro. Este sim se apaixonou por mim, vivemos uma relacionamento bastante intenso, mas rápido e eu estou em negociação com ele pra um lance mais sério (mas ele está pensando em voltar pra ex). Quanto ao meu ex? Este (enfim) virou passado. Não sem sofrimento, pois ele teve uma filha com uma outra mulher e sofro muito ao vê-lo dando atenção à filha e meu fico completamente sem lugar na vida dele... Fico me perguntando porque o MEU filho não é digno da atenção dele.
Em relação ao dinheiro, vou completar 1 ano sem compras em setembro. Não há palavras pra descrever tamanho envolvimento neste projeto. Identificação total. Não tenho comprado, exceto sapatos (uns sete) e nesta semana que vem, vou comprar 4 vestidos em um bazar. Minhas contas ainda estão desordenadas, pois eram muitassss. Muitas mesmo. Mas eu já tive progressos: o cartão está começando a vim menos de R$2000 mil. Gasolina e gastos extras eu tenho feito à vista. Caminhando pra fazer supermercado à vista.
Cortei muitos excessos e estou estudando novos cortes. Paguei meu empréstimo consignado quase todo, falto cinco parcelas que termino agora em setembro. Falta outro empréstimo e a casa. Pretendo quitar ambos até dezembro/2016. E vou conseguir. Não fiz minha reforma ainda, por mil motivos: falta de grana real, muita coisa pra mexer e o mais importante: bolo e mais bolo dos pedreiros que eu ia encontrando.
Em relação à Gui, affffff. Um post só pra isso depois.
Quanto aos meus estudos, uma novela de amor e ódio: começo, engato, desanimo, vou parando e recomeçando. Quero estudar com afinco, com responsabilidade, mas não sei onde eu me perdi. Antes eram os filmes, as séries, a net, o cansaço, mas agora não é mais isso. Não tenho vontade. Não sei explicar. Fiz um plano de estudo que ficou no vazio. Não estou estudando inglês. Isso é o que mais me mata, porque realmente gosto, tenho vontade, mas não priorizo. O bom de tudo isso é que retomei as minhas leituras noturnas. Leituras que me rendem muito prazer. Estou fazendo pós em Teoria da Clínica de Orientação Lacaniana e tem sido muito bom. Estou gostando de tudo, mas estudo muito a la caralha, quando quero e entendo. Já escolhi o tema de minha monografia: o amor. Muito pano pra manga e muitos posts (espero).
Quanto à minha saúde, descobri um nódulo na tireóide e vou ter que retirar pra avaliar se é maligno ou benigno. Estava pisca antes de ir ao cirurgião, mas agora estou bastante tranquila. Estou fazendo os exames pré-cirúrgicos pra agendar a cirurgia. Ahhh! E decidi colocar o DIU novamente. Estou novamente com vida sexual ativa e não quero ficar dependendo apenas de camisinha.

Um postão. Como eu sei que só eu leio, fico bem tranquila.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Livros para 2014:

Inglês:
- Mansfield Park - Jane Austen






















Literarura - Romances:

- Alice no país das Maravilhas (com Gui) - Levis Caroll;
- A sociedade dos filhos órfãos - Sergio Sinay;
- 1Q84 - Haruki Murakami;
- Mrs Dalloway - Virginia Woolf (recomeçar);
- O ônus da prova - Scott Turow;
- A valsa dos adeuses - Milan Kundera;
- Risíveis amores - Milan Kundera;
- O jardim do Éden - Ernest Hemingway.


P.S.: Li a trilogia "os homens que não amava as mulheres" e Memórias de uma gueixa


















Literarura - Diversos:

- Eu não consigo emagrecer - Pierre Dukan (releitura);
- 100 dicas infalíveis para emagrecer e se manter em forma - Fred A Stutman;
- A dieta dos 17 dias - Mike Moreno;
- A escravidão das dietas - Cecile Rausch Herscovici;
- Simplicidade Interior - Elaine St. Jones;
- O Ócio criativo - Domenico de Masi (releitura);
- Um curso de vida - Joan Gattuso (releitura - fôlego para vida);
- O monge e o executivo - James C. Hunter;
- Uma ética para o novo milênio - Dalai Lama.

















Livros Psicanálise leitura geral:

- Por que a psicanálise? - Elisabeth Roudinesco;
- As novas doenças da alma - Julia Kristeva;
- Mosaico de letras - Urânia Tourinho;
- A crueldade melancólica - Jacques Hassoun;
- Freud e o Incosnciente - L. A Garcia-Roza;
- A psicanálise do conto de fadas - Bruno Bettlheim;
- Gramáticas do erotismo - Joel Birman;
- A querela dos diagnósticos - lacan e outros;
- Lazer e saúde mental - Milena Pereira Pondé.



















Como eu vou ler?
- O de inglês eu vou ler paralelo aos outros;
- Alice vou ler com Gui no tempo dele;
- Aproximadamente 15 dias pra cada, na sequencia Romance - Geral - Psicanálise.

Começo hoje com A Sociedade dos Filhos Órfãos.


Projeto 10 pans (2014)

- Astringente Clean & Clear;
- Toallitas Desmaquilantes (Nivea);
- Creme para os pés Scholl;
- Hidratante Tododia pera;
- Roll-on para área dos olhos Sephora;
- Balm labial Sephora;
- Máscara para cílios Givenchy;
- Pó compacto Avon;
- Corretivo para área dos olhos Avon;
- Iluminador Make up For Ever.