sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Minha vida já voltou ao normal e a minha normalidade é aos borbotões. Parece que comigo tudo que acontece é um mega evento, tanto pra o bem quanto pra o mal. kkkkkkkkkkkkkkkk.
A obra da instalação elétrica vai muito bem, inclusive terminando. Quando eu acho que vai acabar e tinha mil planos de organizar a minha casinha pra ficar com a cara de casa "normal", que se acha as coisas, surgem novos projetos: a casa tem duas rachaduras enooormes que estão aumentando. Essas rachaduras são da época que eu fiz uma reforma pra mudar e tirei uma parede pra ampliar a sala de estar (NUNCA FAÇAM ISSO!!!). Pois bem, agora tenho que recolocá-la pra não ter que cortar a parede inteira e colocar uma viga de aço que deve ser uma carestia. Eu e OL já bolamos uma nova face pra sala e estamos pensando em trocar o piso da sala e do corredor (projeto pra 2017), pintar tudo (projeto pra 2013) e fazer meu consultório (projeto pra o final do ano). Vou ficar apertadona de grana, mas é um problema a menos em minha vida.
Decidi tirar todos os livros da sala de estudo e colocar no armário de Gui, colocar os sofás, a mesa da sala, as cadeiras e o aparador no quarto de Gui (ele vai dormir no meu quarto - saco!!!) e vou viver numa bagunça até terminar tudo.

Eu tava pensando que minha vida sempre está desarrumada. Quando  emocionalmente tudo está em ordem, aparece uma infiltração, um problema da encanação, na eletricidade, uma parede para pintar. Não tô fazendo drama, é a realidade e fico de saco cheio disso tudo. NUNCA minhas coisas estão em ordem e eu preciso tanto de uma rotina pra me sentir firme e forte na vida. Uma coisa eu tenho que agradecer a Deus: nos meus maiores momentos de crise, minha casa não está em obra. Parece coisa orquestrada pelo meu inconsciente pra me testar e ver se tô esta fortaleza toda que eu acho que sou (kkk).

Recomecei a trabalhar e não encontrei nadinha do que achava que iria encontrar: tudo atrasado, a galera desanimada, quase nenhum calor em me receber por parte de duas pessoas (vai ver nem sou tão querida assim... snif), agressividade gratuita, muito rancor e muito ódio no olhar (uma única pessoa que vem me surpreendendo, pois tinha outra ideia dela e achava que tinha um carinho entre nós - o que mais me entristeceu foi que sequer perguntou se eu gostei da minha viagem), descaso, desídia. Eles deram o melhor no trabalho, mas o desânimo falou mais alto. Não tô sabendo motivar a minha equipe e isso é decepcionante, principalmente porque minha vontade é de ir embora e nem olhar pra trás. Mas não vou fazer isso, primeiro porque não posso e depois porque tenho responsabilidade com o que eu escolhi fazer.

Como algumas pessoas conseguem me surpreender. Eu fico besta. De quem você menos espera vem a porrada. Mas eu tô ficando especialista em ser fria, ao menos aparentemente, pois quem vê de fora pensa que eu estou tranks, sem ligar, nem aí. Não é que surte efeito? De uma certa forma, por não me abater, certas pessoas vão relaxando e baixando a guarda, mas aí já f* tudo. Não sou perfeita e não quero perfeição de ninguém, mas eu evito falar coisas que magoem o outro e prefiro não falar nada a desagradar alguém. Queria que antes de me ofender, fizessem o mesmo comigo. Uma coisa é certa: O MUNDO É REDONDO e eu não vou para o céu, então, precise de mim que eu dou o troco, com luvas de pelica, mas quem tem como me pagar não me deve nada. Eu não sou boazinha e fofa e pura e besta. Eu sei dar o troco na hora certa

Eu ando me decepcionando com algumas pessoas que eu julgava minhas amigas e tem sido muito duro perceber que algumas pessoas não são quem vc julga que é. Atualmente, minhas amigas são minhas irmãs, que por mais que me decepcionem, são minha família e depois tudo se resolve. Na verdade, eu tenho vontade de falar o mínimo necessário com as pessoas e me calar. Ouvir e não falar nada, eu já consigo; agora meu desejo é falar o essencial.

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