quinta-feira, 27 de setembro de 2012


A "cara" da Bahia


Há seis anos, o cartunista Sidney Falcão produziu uma série de charges sobre os maus hábitos do baiano, mais especificamente do soteropolitano, como uma forma de desabafo.

“São charges de 2006, mas que continuam bem atuais. Confesso que me sinto meio que um estranho no ninho em Salvador, como um habitante de outro planeta. Os problemas de sujeira não são só culpa dos políticos, mas também, em grande parte, da própria população”, afirma o cartunista.

Veja algumas das charges sobre os maus hábitos do baiano e trechos dos comentários que Sidney Falcão escreveu, anos trás, ao publicá-las em seu blog “Arca da Arte”:
O maior problema de Salvador nenhum dos candidatos a prefeito pode resolver
“Alguns baianos comem tudo o que vêem pela frente: milho cozido , acarajé, amendoim, abará e outras tranqueiras comestíveis. Depois que comem e enchem a pança, jogam os restos - cascas de frutas, papel, embalagens - na via pública. Quem paga o 'pato' depois são os outros baianos, que, como eu, não vivem se empanturrando nem emporcalhando nada, tendo que andar em calçadas sujas ou encarando 'lagoas' surgidas depois das chuvas, devido ao entupimento de bueiros” (29/10/2006).O maior problema de Salvador nenhum dos candidatos a prefeito pode resolver
“Um amiga dos meus tempos de faculdade me dizia que Salvador cheirava a 'dendê e xixi'. Dendê por motivos óbvios. Xixi porque certos baianos têm o péssimo hábito de urinar em qualquer lugar, sejam em praças, ruas, avenidas, postes, muros... o que importa é deixar aquele odor desgraçado de mijo. No Carnaval, a coisa piora. Os 'mijões de rua' alegam que é falta de sanitários públicos; eu alego que é pela falta de educação doméstica” (05/11/2006)
O maior problema de Salvador nenhum dos candidatos a prefeito pode resolver

“Em Salvador, onde o trânsito é um dos mais bagunçados do país, boa parte dos motoristas baianos adora estacionar os seus 'carangos' sobre as calçadas. Para eles, é como se elas fossem a continuação do asfalto. E eles não têm a menor cerimônia, vão estacionando e, se você estiver andando na calçada, até buzinam pra sair da frente, na maor cara-de-pau” (26/11/2006).
O maior problema de Salvador nenhum dos candidatos a prefeito pode resolver

“O que é muito comum Salvador é ver comunidades parando o trânsito, pondo troncos de árvores, queimando pneus no meio da rua, berrando, crianças querendo aparecer na TV, tudo isso para exigir passarelas. Depois que o poder público atende, essas mesmas pessoas continuam atravessando pelo meio da rua. Alegam que passar pelo meio das avenidas 'é mais rápido' ” (10/12/2006)

O maior problema de Salvador nenhum dos candidatos a prefeito pode resolver
“[...] a demora e péssimo atendimento nos estabelecimentos comerciais [...] é uma reclamação não só de turistas, mas também dos próprios baianos, que cansados de tanta 'maresia' (excesso de lerdeza ), botam a boca no mundo. É o atendente que demora de atender, é a demora do pedido de chegar, isso quando o pedido não vem errado. É um verdadeiro exercício de paciência pra monge budista nenhum botar defeito” (24/12/2006).
O maior problema de Salvador nenhum dos candidatos a prefeito pode resolver

“Tem sujeitos que torram uma grana violenta em equipamentos de som no carro, em alguns casos, quase que o valor do próprio veículo. O 'cidadão' então sai com a maior cara de 'retadão' no seu carrão, liga o som no máximo, pra tocar as 'pérolas' da música baiana. E tome arrocha, pagode e axé. [...] Tem também aquele povo que gosta de 'compartilhar' o seu 'gosto' musical com a comunidade. O cara pega a caixa de som, põe na janela, liga o aparelho, põe aquele CD pirataço do Silvano Sales, o 'Rei do Arrocha' (há quem diga que existem outros ), que custou R$3, e põe pra ele e toda a vizinhança ouvir” (06/01/2007).

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Copiei na íntegra do blog www.meuemagrecimento.com.

Ah! O amor! Que bom que histórias como estas nos faz ver que ainda é possível ser validado pelo outro.



Em uma época de amores descartáveis (onde trocamos de parceiro como mudamos de roupa) essa sequência de imagens é um tapa na cara de todos nós e mais uma gigante razão para acreditar num mundo melhor.


As fotos são do fotógrafo e amigo do casal Tim Dodd, que no site dele tem mais informações. E hoje o Taylor Morris tem um site para arrecadar doações para o tratamento, mostrar seus pequenos progressos e divulgar a história pro mundo, cliquem aqui.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Ontem eu vi um filme que foi um soco no estômago. Duro, denso, tenso, arrepiante. Até onde pode ir o amor "incondicional" por seu filho? Até onde uma mãe suporta ser tão maltratada, desrespeitada, zombada e  menosprezada? Até onde uma mãe suporta ver a maldade de seu filho? E o ódio no olhar? E a indiferença de seu marido diante de tantas evidências?

PRECISAMOS FALAR SOBRE KEVIN retrata a culpa de uma mãe por gerar e criar um filho muito mau. Este filme fala principalmente do dito amor materno. Devemos mesmo amar os nossos filhos a todo custo? Devemos passar por cima de nosso amor próprio? E mais: devemos ter um filho a todo custo?
Este filme fala de uma mãe que não queria engravidar. Ponto. Filhos são resultados de desejos (inconscientes). Se estes filhos não são desejados, please, evitem, pois os filhos têm o poder de colocar uma lente de aumento em nossos sentimentos. Se os amamos, ótimo, mas mães assim como o resto da humanidade também sentem raiva, ódio, irritação e impaciência com os filhos. E eles percebem.
Então, mulheres, só engrvidem se vcs tiverem certeza que querem passar pelos melhores momentos de suas vidas e pelos piores também. Filhos são montanha russa emocionais.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Tô morta de preguiça de estudar. Sinto tanto ter que revelar este meu estado de espírito, por assim dizer. E olha que não é de hoje, viu? Eu venho protelando há um bom tempão, sempre arranjando uma desculpa esfarrapada, mas chega uma hora que a realidade dá um tapa em sua cara e lhe chama pra vida. O que vc realmente deseja? Ficar de prega na frente da TV ou do notebook?

AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH


domingo, 9 de setembro de 2012

Setembro é o mês do Caruru, galhera!!!
E vou te contar, o máximo de ser baiano é ser convidado pra comer um caruru na casa de amigos, pois quase todas as comemorações aqui viram motivo pra bater um pratão de caruru. O meu eu já garanti na sexta.
Esperava mais.
Acho que o meu paladar já tá um pouco mudado após anos e anos comendo "caruru light" (kkk) no restaurante natural que eu almoço diariamente. Sempre reservo uma sexta do mês pra comer meu caruruzinho delícia no Vida & Saúde.
Ainda vai ter o do aniversário de meu cunhado que é justamente no Dia de Cosme e Damião e aí é só alegria e mil calorias no prato. #caloriasvazias.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Minha vida já voltou ao normal e a minha normalidade é aos borbotões. Parece que comigo tudo que acontece é um mega evento, tanto pra o bem quanto pra o mal. kkkkkkkkkkkkkkkk.
A obra da instalação elétrica vai muito bem, inclusive terminando. Quando eu acho que vai acabar e tinha mil planos de organizar a minha casinha pra ficar com a cara de casa "normal", que se acha as coisas, surgem novos projetos: a casa tem duas rachaduras enooormes que estão aumentando. Essas rachaduras são da época que eu fiz uma reforma pra mudar e tirei uma parede pra ampliar a sala de estar (NUNCA FAÇAM ISSO!!!). Pois bem, agora tenho que recolocá-la pra não ter que cortar a parede inteira e colocar uma viga de aço que deve ser uma carestia. Eu e OL já bolamos uma nova face pra sala e estamos pensando em trocar o piso da sala e do corredor (projeto pra 2017), pintar tudo (projeto pra 2013) e fazer meu consultório (projeto pra o final do ano). Vou ficar apertadona de grana, mas é um problema a menos em minha vida.
Decidi tirar todos os livros da sala de estudo e colocar no armário de Gui, colocar os sofás, a mesa da sala, as cadeiras e o aparador no quarto de Gui (ele vai dormir no meu quarto - saco!!!) e vou viver numa bagunça até terminar tudo.

Eu tava pensando que minha vida sempre está desarrumada. Quando  emocionalmente tudo está em ordem, aparece uma infiltração, um problema da encanação, na eletricidade, uma parede para pintar. Não tô fazendo drama, é a realidade e fico de saco cheio disso tudo. NUNCA minhas coisas estão em ordem e eu preciso tanto de uma rotina pra me sentir firme e forte na vida. Uma coisa eu tenho que agradecer a Deus: nos meus maiores momentos de crise, minha casa não está em obra. Parece coisa orquestrada pelo meu inconsciente pra me testar e ver se tô esta fortaleza toda que eu acho que sou (kkk).

Recomecei a trabalhar e não encontrei nadinha do que achava que iria encontrar: tudo atrasado, a galera desanimada, quase nenhum calor em me receber por parte de duas pessoas (vai ver nem sou tão querida assim... snif), agressividade gratuita, muito rancor e muito ódio no olhar (uma única pessoa que vem me surpreendendo, pois tinha outra ideia dela e achava que tinha um carinho entre nós - o que mais me entristeceu foi que sequer perguntou se eu gostei da minha viagem), descaso, desídia. Eles deram o melhor no trabalho, mas o desânimo falou mais alto. Não tô sabendo motivar a minha equipe e isso é decepcionante, principalmente porque minha vontade é de ir embora e nem olhar pra trás. Mas não vou fazer isso, primeiro porque não posso e depois porque tenho responsabilidade com o que eu escolhi fazer.

Como algumas pessoas conseguem me surpreender. Eu fico besta. De quem você menos espera vem a porrada. Mas eu tô ficando especialista em ser fria, ao menos aparentemente, pois quem vê de fora pensa que eu estou tranks, sem ligar, nem aí. Não é que surte efeito? De uma certa forma, por não me abater, certas pessoas vão relaxando e baixando a guarda, mas aí já f* tudo. Não sou perfeita e não quero perfeição de ninguém, mas eu evito falar coisas que magoem o outro e prefiro não falar nada a desagradar alguém. Queria que antes de me ofender, fizessem o mesmo comigo. Uma coisa é certa: O MUNDO É REDONDO e eu não vou para o céu, então, precise de mim que eu dou o troco, com luvas de pelica, mas quem tem como me pagar não me deve nada. Eu não sou boazinha e fofa e pura e besta. Eu sei dar o troco na hora certa

Eu ando me decepcionando com algumas pessoas que eu julgava minhas amigas e tem sido muito duro perceber que algumas pessoas não são quem vc julga que é. Atualmente, minhas amigas são minhas irmãs, que por mais que me decepcionem, são minha família e depois tudo se resolve. Na verdade, eu tenho vontade de falar o mínimo necessário com as pessoas e me calar. Ouvir e não falar nada, eu já consigo; agora meu desejo é falar o essencial.

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