terça-feira, 26 de abril de 2011

Amo o meu feriadão de Páscoa. Tenho sempre de quarta a domingo e sempre, sempre, sempre vou passar em Feira de Santana, minha terrinha amada.
Neste ano, eu tirei a quarta pra resolver pendências: fui ao salão, arrumei meu gabinete (nome pomposo pra o meu quarto de estudo), os meus armários, os meus papéis e minhas contas. Viajei na quinta.
Eu tenho uma "babá" chamada Sônia que é broquíssima, até onde não pode. Ela sempre some alguns papéis meus, então está terminantemente proibida de arrumar a bancada do meu gabinete. Pode no máximo remover os papéis e limpar a poeira.
Pois bem. Segunda a noite, eu tinha um exame pra fazer e morri de procurar a solicitação do médico e nada. Mas, Lila, prá que tanta pressa de daqui a seis meses tu vai achar dentro de algum livro? Amo Sônia e só por isso ela ainda está aqui comigo, pois a bichinha é avoada.
Fiquei bem triste ontem com a madrinha de meu filho. Ela veio em fevereiro aqui em Salvador (mora em Fortaleza) e não veio ver Gui, "pois não tinha tempo". Esse feriado ela veio pra Salvador, marcou de vê-lo ontem a tarde, mas um carinha que ela tá pegando ligou e ela foi se encontrar com o bofe. Gui nem queria dormir de tarde na esperança da Dinda dele chegar e ele não queria perder um segundo de ficar com ela.
Cortou o meu coração por dois motivos: 1º, é meu filho e eu não queria vê-lo sofrendo; 2º, nunca deixei de fazer nada por homem. Minha (ex) sogra falou que eu já tenho meu filho e ela estava procurando fazer o dela. Raso, muito raso. Nunca corri atrás de homem.
Vai ver é por isso que não tenho nenhum. Só Gui. No momento o único que me importa e por isso me magoou tanto.

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