segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Meus finais de semana têm sido dedicado a Gui. Durante muito tempo eu ficava de mimimi dizendo que o pai não pegava, não dava atenção e ora eu ligava pra ele pegar o filho, etc ora eu não ligava, mas ficava na maior marra quando ele não pegava. Não sei o que mudou, mas tem um tempo que não sei precisar que tudo mudou. Eu decidi dedicar meu tempo livre pra o meu filho e de coração, sem me cobrar por não fazer esteira, estudar, assitir TV, ficar na net, dormir, cair na farra. Aceitei que o meu filho é responsabilidade minha e apenas cabe a mim  fazer da infância dele um momento pra ele (e eu) recordar (mos). E tem sido assim.
Sábado pela manhã geralmente tenho reunião de um grupo de estudo sobre autismo ou grupo de mães (dos autistas), mas quando não tem, é praia. A tardinha, é McDonald ou Game Station ou Playland ou festinha infantil (tô até gostando, pense aí)... Domingo, é parque da cidade, é parque de pituaçu, é praia, é almoço de amigos, mas Gui Gui a tiracolo ... Enfim, aceitei que estudar e fazer o mínimo durante a semana só depois que ele dorme, que os finais de semana são dele e eu me divertindo junto (juro que tô até achando legal ficar de planta, ops, de mãe só olhando ele brincar).
E olhe as vantagens dos útimos dias: ele está enfim dormindo na caminha dele, está indo de tênis pra escola, está dormindo às 21 e acordando às 6h (uffffffffffffa, minha mehor conquista, pois acordar TODOS os dias da minha existência às 4:30h não é fácil).

Moment mastercard do final de semana: entrei em uma bermuda que já fazia muito tempo que não cabia em mim (oi?)

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