quinta-feira, 10 de junho de 2010

Se eu não fosse uma apaixonada por Freud, a partir da leitura de seus textos eu ficaria encantada, pois só uma pessoa tão especial falaria da angústia que é fazer análise de uma maneira tão doce. Sou uma apaixonada eterna por Freud, sempre em plena transferência

“No ponto em que as investigações da análise deparam com a libido retirada em seu esconderijo, está fadado a irromper em combate; todas as forças que fizeram a libido regredir erguer-se-ão como ‘resistências’ ao trabalho da análise, a fim de conservar o novo estado de coisas” (Freud, 1912, vol. XVII, A dinâmica da transferência, pág. 137).

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