quarta-feira, 24 de março de 2010

Hoje eu conversei com minha professora de natação sobre o fato de estar tão cansada, tão esgotada, tão sonolenta, tão fatigada e como esse "peso" tem atrapalhado meu treino. Ela me deu algumas dicas, dentre as quais não faltar, fazer a dobradinha manhã nada - noite corre e principalmente focar nos meus objetivos e deixar a farra pra trás. Ela falou que de nada adianta se eu treinar quatro dias e beber na sexta, no sábado e não ir nadar porque tô ressaqueada.
Saí da praia emputecida. Que viagem astral dessa mulé, meu rei! É pra nadar, nadar e nader. E o resto da minha vida? E a minha faculdade, e o trabalho? E as minhas responsabilidades de dona de casa? Enfim, pirei com ela. E tô pirada até agora, mas uma coisa é certa: essa fadiga não é normal, pois meus braços estão sem forças até pra digitar esse texto. Agorinha eu fui tomar água e minhas batatas da perna estão doloridíssimas (pode ser porque eu corri na areia fofa, mas, né?). Tá demais. Tô me sentindo uma fracota. Eu quase chorei hoje de decepção comigo mesma por não ter conseguido nadar a minha série. Fiquei muito chateada. Sabe quando a cabeça manda mas o corpo não obedece porque não tem forças? Essa estou eu.
Sei de uma coisa: não tem nada que eu me proponha a fazer que eu não consiga. Eu vou conseguir ser uma pessoa forte, com energia e disposição pra minhas atividades diárias, nem que eu realmente tenha que abandonar a minha vida boêmia. Como diz a pró "cachaça não combina com natação".
Poisé.

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