sábado, 6 de fevereiro de 2010

Os dias têm me atropelado!!! Caso sério. Tô assoberbada de trabalho, cheia de coisas pra fazer, com minhas listas todas atrasadas. E quando eu estou estressada e cheia de coisa pra fazer, eu travo total. Parece que eu não sei por onde caminhar então é mais fácil parar e me entregar ao ócio, um ócio totalmente desprazeroso, pois quanto mais tempo eu fico de frozô, mais eu me culpo e como. Estou enorme, com 62 kg, nem sei como estou entrando em minhas roupas.
Na quarta, eu e OL fomos comprar umas roupas pra Gui, pois além de ele não ter roupa pra ir pra escola (a escola não usa farda), eu e ele vamos viajar no carnaval e ele cresceu pra caramba, quase não tem uma roupinha bonitinha e como eu não sou consumista, então só compro quando está precisando mesmo. Foi uma pechincha, em uma loja aqui pertinho de casa que a vista dá 30% de desconto. Legal total. Após as compras fomos pra Santa Pizza, tomei umas boêmias confrarias maravilhosas quando Gui me vem dizendo que queria fazer cocô. O tempo de eu levantar e levá-lo até o banheiro, o serviço estava feito. Ele se sujou todinho e tive que dar um banho com papel toalha e sabão de toilete. A cueca foi pra o lixo de tão tão que estava. Após o "banho de gato", chegando na mesa eu perguntei ao pai dele se ele estava com cheirinho de cocô, o pai disse que não, mas quando eu contei o ocorrido, o pai já não tinha tanta certeza. Enfim, pai não serve pra quase nada mesmo, nem pra cheirar o filho direito. {nem todos, é claro, só os que eu conheço. Hehehe} Eu e Gui ainda descemos pra sala de brinquedos e ficamos quase uma hora, ele brincou com todas as crianças e nenhuma reclamou, então ele estava limpinho, pois não tem serzinho mais cruel e sincero que criança.
Quinta eu me estressei com OL e com uma colega e foi lasqueira total, pois como sempre sou uma lady em minhas DR's e não consigo colocar pra fora toda a minha raiva. O que restou ficou somatizado em minhas costas: um nó enorme que deu trabalho pra minha massoterapeuta dissolver e uma dor desesperadora. Ela  apertando e eu chorando de dor, ela fala que dor física é muito menor do que a dor que rasga a alma trazida por uma terapia. Ê, dogona. E tome-lhe  apertar as minha costas.
Na quinta eu fui pegar Gui na escola e ele estava com o olho todo vermelho resultado de uma arte: ele se pendurou em um saco de pancadas e a corda rompeu e foi direto no olho do meu pimpinho. Resultado? Sexta, que eu tinha umas mil programações de trabalho, natação e supermercado, fiquei de molho em um consultório oftamtológico esperando a consulta. O mínimo que Gui aprontou foi jogar os pés em uma "vovó" que estava sentada do nosso lado.  Tu acredita que uma senhora que não estava aguentando mais as aprontações, virou pra ele e disse "não está na hora de o rapazinho ficar quietinho? Já chega, né?". Fiquei com tanta vergonha que nem tive onde enfiar minha cara...
Hoje eu acordei com uma ressaca moral que já levantei da cama fazendo faxina: arrumei meu quarto de estudo, o meu banheiro, o meu armário, os livros, as revistas, joguei fora o que não queria, separei coisas pra reciclagem e pra doar e já estou me sentindo menos ociosas.
Resultado desta empreitada de ócio, culpa e tentativa de reparação: não zerei meus processos, não estudei uma linha e não fui pra natação nenhum desses dias.
Pra arrebatar, vou ao Twist hoje e ao Sarau do Brown amanhã.

Ah!!! Fiz faxina ouvindo Raul, claro!

Um comentário:

lmssp disse...

KKKKKKKKK - se teu blog fosse enquadrado em uma categoria, seria humor!

às vezes humor negro