quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Qdo li, lembrei de vc

OS DOS E DON’TS DA NOVA ETIQUETA SEXUAL
1) Faça tudo para satisfazê-la na cama. Não economize nada. Mas, se apenas um tiver que chegar ao êxtase, que seja você.
2) Se sua língua encontrar um piercing íntimo, cuidado para não retirá-lo sem querer.
3) No tapete, é melhor que na areia. Na cama, melhor que no tapete.
4) Na dúvida sobre o nome, cale-se.
5) Não grite como se estivesse na arquibancada.
6) Tampouco sussurre como se estivesse num confessionário.
7) Evite cantar no pós-coito a não ser que tenha certeza de sua afinação e bom gosto musical.
8 ) Jamais perguntar se foi bom porque é uma prova de que não foi, ou você teria percebido.
9) Nunca conversar, mesmo que ela fale na previsão meteorológica. Nestes casos, beijar não para acendê-la e sim para calá-la.
10) Se falhar, não disserte e nem explique. Vista-se com honra e dê um pulo na farmácia.
11) Jamais explicar o significado de sua tatuagem em chinês e nem perguntar o da dela, caso ela tenha.
12) Se ela não disser que é grande, não pergunte e nem deduza daí que é menor que o dos outros.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Ontem foi um dia abençoado.
Estava muito nervosa com a apresentação do seminário e me senti uma farsa lá na frente do auditório - com ar condicionado e tudo! -falando sobre um assunto que eu não dominava e tentando mostrar um conhecimento que eu não tinha e nem adquiri. Saí da apresentação, que foi boa, me sentindo péssima. Mas, acabô! É tudo o que eu posso falar. Ao menos é um estímulo aversivo a menos. Amanhã tem uma prova de Terápicas I. É Psicanálise ao menos.
Ontem eu percebi uma coisa: palhacinho está gostando de uma colega da faculdade (muito linda) e parece que ela tá gostando dele também. A coisa chata nesta história é que ele está fazendo com ela o mesmo que fazia comigo, pois ela está arrastando correntes S. Lázaro a fora e é visível. Eu de fora estou notando toda a trama. Que bom que já esqueci esse cara, pois agora eu estou observando que este é o jeito dele gostar: colocar a criatura pra morrer, definhar de amor por ele e cair fora, deixar a coitada (se) arrastando por aí.
Enfim, vi, constatei e não senti nada. Semana passada eu (ainda) estava me lamentando porque ela e não eu. Hoje eu agradeço por já ter saído desse esquema. Quero gostar de quem me queira, quando nada inconscientemente. Essa maneira de gostar fazendo o outro penar não é a minha cara. Eu devia estar muito na merda pra ter caído nesse engodo.
Mas eu já sei o motivo de ter gostado tanto dele: é que eu me via dentro dos olhos dele e isso é primordial pra eu gostar do outro. Sempre foi assim em todas as minha srelações anteriores. Até quando eu me apaixonei por Geraldo foi assim... ele olhava o meu orkut, sabia tudo de mim, me obervava de longe. Credo!!!! Eu atraio é gente maluca..............................Eca!!!!!!!!!!!
Outra coisa boa: comprei um macacão num brechó on line e eu amei!!! Muito a minha cara, muito lindo. Meu dia acabou muito bem.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Hoje é o seminário de Terápicas II, o famigerado dia. O tema é psicoterapia comportamental com crianças. Eu escolhi o tema e as outras garotas aceitaram. Sabe de uma coisa? Não foi assim tão aversivo com eu imaginava, foi legal estudar o que eu já estudo há anos sob um novo viés. E sabe que vai me ajudar muito? É óbvio que eu não vou "treinar expressividade emocional" com meus paciente nem vou "ensinar novas habilidades" a eles, mas tem pontos que são iguaizinhos só mudam o nome e o sobrenome. Legal "notar, observar, identificar" isso neste momento de minha formação, pois eu poderia sair da faculdade sem me permitir ao menos isso. É bom me observar tão sem preconceitos com novas abordadens............ Mas continuo psicanalista!

sábado, 21 de novembro de 2009

O que me faz feliz? Essa pergunta andava martelando minha cabeça, pois eu estava perdidona em minhas angústias existenciais e tinha a sensação que a minha vida estava passando por mim e eu não estava vivendo. Ou pior: tinha a convicção que o modo como eu estava "passando" pela minha vida estava errado, bagunçado, sem sentido.
Parecia que, repito pela enésima vez, o meu arranjo psíquico não dava conta de minha existência, de minhas coisas. Mas sabe que agora que a poeira enfim está baixando eu consigo ver que eu posso ser feliz do jeitinho que eu almejo e sem fazer tanto esforço?
Pra começar, eu saí descartando o que não me interessa: viver com as malas prontas, ficar pra cima e pra baixo em festas vazias, beijar a torta e a direita, fazer sexo sem compromisso, percorrer o esquema faculdade-cinema-teatro-balada da moda, vestir roupas nada a ver comigo, fazer academia, ouvir o que está na modinha, ficar olhando profiles no orkut...
Redescobri que amo não fazer nada, ficar em casa giboiando no sofá, dormir muitão, estudar, ler bobagem, ler minhas revistas antigas, arrumar minhas coisas, colocar minha energia em meus objetos, ficar lendo blogs na net, ir pra praia de manhã bem cedo ou no final da tarde, ir pra festas que eu amo, dirigir com o som bem alto, Joss Stone, ir ao Jequitibar comer o melhor escondidinho do mundo, minhas músicas (cafonas), viajar planejadamente com ou sem Gui, relembrar os bons momentos com Osvaldinho, sair apenas pra me divertir e dar risadas, dançar de olhos fechados, josefina e filme pela metade no meio da noite, cabelo vermelho e unhas pretas, minhas roupas tão a minha cara, meus textos tão apropriados ao meu momento, fazer esteira vendo uma comédia na TV, morrer de ri de lembranças antigas, chorar quando lembra uma coisa boa e GUI.
Gui é um capítulo a parte, pois descobrir as milhares de possibilidades de ser feliz com Gui não há palaras que caibam aqui.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Férias e greve na área, final de semestre e verão chegando, nada melhor do que se planejar. E pra mim planejameno é o que há. Adoro ficar pensando no que fazer, depois fazer uma listinha, coisa besta, de tudo o que eu quero fazer em tal época. Colar na parede. Básico do básico pra mim. Terminei um ciclo quando me vejo retirando uma lista da parede e colando outra. Minhas listas não precisam nem ter código, pois estão tão à vista que ninguém lê. (eu acho que pensam que é sempre a mesma. Hehehehe). Amo.
E a lista da vez é o que farei com novembro, dezembro, janeiro e fevereiro. Planejadíssimo e colado na parede. De novidade? Incluí um cineminha no final da tarde de quarta, pois desde que Gui nasceu esse programinha estava excluído de minha rotina. Claro que se nenhum dos filmes em cartaz não estiver me agradando, vou na locadora e pego um que quero ver. De mais a mais são: as aulas (por enquanto), os atendimentos clínicos, a supervisão, as horas de estudo esquematizadas (na parede), a praia, as horas de esteira, as saídas. A partir de janeiro, tem o trabalho.
Minhas listas dão certo, pois não planejo nada pra o final de semana. É o espaço pra "acochambrar" o que não deu pra fazer durante a semana ou pra me desesperar mesmo.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Telegrama de Zeca pra mim

Hoje eu acordei
Com uma vontade danada
De mandar flores ao delegado
De bater na porta do vizinho
E desejar bom dia
De beijar o português
Da padaria...

domingo, 15 de novembro de 2009

Quarta passada foi minha análise e, se não foi a sessão mais punk da minha ex-sistência, foi uma das mais porradonas. A questão (de sempre)? O tempo do outro. Sempre, sempre, sempre isso e parece que meu dispositivo evolutivo pra aprender com os meus erros não veio de fábrica. Se for um acessório, onde vou adquirir? Na análise, claro e não sem dor.
Após uma conversa com uma amiga que eu muito estimo, uma DR na verdade, ela escancarou uma coisa que eu há tempos já imaginava, mas relutava em aceitar. Ela disse que eu demando tanto dela em minhas solicitações que ela fica esgotada. Isso foi o mínimo, o mais suportável de se relatar aqui. Falou também, que eu não a deixo concluir um pensamento, pois interrompo o raciocínio dela o tempo inteiro, e outras coisas.
No outro dia, lá vai Lila pra análise. Que dureza ter que se ouvir repetindo a DR e perceber que o outro tem razão... que vc está pesada, densa e insuportável. quando vc fica insuportável pra vc mesmo, é porque a coisa tá pra lá de brábula.
Entre tantas coisas que estavam (e estão ainda) enganchando nossos atendimentos, está a análise mútua que estamos fazendo uma da outra ao invés de nos dedicarmos aos pontos angulosos da clínica. E minha dita cuja não deixa passar nada: lá pelas tantas ela me solta "me escute que eu tô falando com vc!!!", ou seja " vc não ouve o que o outro fala mesmo, fofa! Vai ouvir, vai; depois queira, deseje ser psi qualquer coisa!!!". Que bom que temos uma semana pra elaborar as nossas crecas. Na época de Freud devia ser f* vc receber uma galinha pulando no peito e ter apenas 24 horas pra se ver e se haver com sua angústia.
Hoje estou bem mais tranquila, pois apesar de na hora ter denegado toda a situação, hoje eu sei que é fato. Bola pra frente, né?

domingo, 8 de novembro de 2009

Hoje foi a prova do ENADE que avalia a qualidade dos cursos superiores no país. Uma galera da UFBA do curso de Psicologia resolveu boicotar a prova. Decididamente, eu deveria ter nascido em outra época ou em outro país, pois determinados comportamentos eu não consigo tolerar.
Tá certo que em toda faculdade tem sempre aquele aluno que está sempre questionando a infraestrutura, o nível dos professores, o conetúdo programático de seu curso. Entendo e acho louvável. O que eu não consigo atingir é que essa mesma galera que critica o que a UFBA pode ou não nos oferecer em termos de estágio, pesquisa e extensão, na hora de avaliar seu curso dá um tiro no próprio pé. Todos sabemos que quanto maior a nota do curso, mais verbas ele vai receber do governo federal. Pra mim é matemático, claro e simples.
Tem uma pessoa que gosto muito que eu não entendo mesmo. É muito inteligente, com um DNA blindado de pessoas importantes, inclusive na história da psicologia baiana, mas que não foi uma ou duas vezes que chegou pra quem quisesse ouvir que não gostava do curso e não estudava p.n., pois não queria e ponto. Digo isso, pois acompanho de perto a graduação desta pessoa e é isso aí: não estuda, mas quando quer estudar, aí sim, dá show. Até aí tudo bem, pois cada qual faz de sua vida o que quer e passarinho que come pedra, sabe o c* que tem. A vida dessa pessoa está pronta, mais ainda que a minha, pois tenho que carregar muito processo ainda nos 17 anos que me falta para aposentar.
O que eu decididamente não entendo e me dá vontade de gritar, esbravejar é quando essa pessoa vem a mim e diz que fez uma péssima graduação, pois a UFBA não proporcionou uma boa formação, nem uma boa informação. E chega na prova de hoje e diz que nem leu, marcou as questões por marcar, pois tava com preguiça de pensar. Tá. Depois, vem dizer que não boicotou a prova, pois o governo federal blablabla. Não boicotou? Como assim, cara pálida? Vai te f*, porra!
A mesma UFBA me proporcionou uma vastidão de informação e uma formação muito boa. Não vou dizer que sairei da faculdade tendo régua e compasso na minha profissão, pois isso é uma ilusão em qualquer área, mas ao menos sei onde buscar os conhecimentos que me faltam.
É nessas horas que eu me arrependo amargamente de ter voltado a estudar com tanta gente com idade mental de 15 anos se achando a última coca cola gelada do deserto. Ah, que saudade dos meus amigos engenheiros que se matavam de estudar, ralavam nos estágios e sabiam que o futuro seria duvidoso e incerto, mas iriam conseguir quando nada estudar muito pra se sobressair no que se achassem bons o suficiente.
E eu com crise de formatura ... ai, ai. Tô até mais segura, pois repito o que disse a essa pessoa com a mesma convicção de uma ex-engenheira: sempre haverá lugar pra os que estudam.

sábado, 7 de novembro de 2009

Tirei do blog de Djaman, mas penso assim mesmo e vale com uma postagem minha. Eu não conheço tanta gente chata assim, tb porque eu não dou tanto espao pra gente chata em minha vida, mas tenho DUAS amigas que TODO mundo as acham chatas e eu me dou muitíssimo bem com as duas. Devo confessar que provavelmente metade de meus créditos nessas relações se deve ao fato de não se conhecerem, caso contrário, aí sim eu estaria f*. Mas segue o texto do blog.

" "Todo chato é bonzinho, nunca nos fez nenhum mal. Todo chato é calminho, como se faltasse sal". O autor dessa frase entende do que fala, afinal, é O chato da MPB, Oswaldo Montenegro. Realmente essa bondade, essa vontade de ajudar, o desejo de não incomodar, é o que mais irrita no chato. E aqui estou eu, em plena quarta-feira, diante de uma chata da pior espécie. Alegre, otimista, com filosofias sobre o estereotipo que a vestimenta cria nas pessoas, querendo parecer descolada, enquanto repete pela quinta vez que amanhã terá uma reunião com o Secretario de Educação, no momento ela faz uma análise sobre as diferenças entre as praias de Arembepe, analisando o astral em cada zona dali. Deus! Como eu queria afogar essa mistura de Polyana com hippie em qualquer água dali seja doce ou salgada, quer seja boa para energizar ou trazer paz!!!!A gente conhece um chato no momento em que a gente pergunta "como vai?" e ele responde!"Como vai" é mero cumprimento! A resposta mais longa pra isso é "bem, obrigado". Não é pra descrever seus problemas no emprego, as peripécias de seu filho caçula ou sua preocupação com a política econômica do governo. Mas o chato relata seus dramas pessoais e se mostra imensamente interessado nos alheios. Mas por mais que o chato tenha perdido cem mil reais numa aplicação mal feita, tenha encontrado a mulher com outro na cama do casal e descoberto que o filho adolescente está agenciando a filha adolescente como prostituta, ele sempre terá uma frase tirada de um livro de auto ajuda vendido em banca de revista que o faz enfrentar tudo e que serve também para o seu problema que ele acha que sabe, mesmo você não tendo dito uma palavra. Gente, como eu odeio gente chata! Trocaria com prazer as leis anti-fumo por leis anti-chatos. Chatos só dentro de casa ou em áreas exclusivas para eles.Vou sair daqui antes de apertar o pescoço dessa menina."

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Alguém um dia me disse que quando se tem filho a vida muda por inteiro. Isso realmente acontece, mas nada como um passeio longe de casa pra se ter noção de o quanto essa frase tem verdade. Eu e Gui fomos pra Fortaleza esse final de semana e incrivelmente, tudo girou em prol das vontades dele. Todos os passeios, olhares, comidas e desejos eram os dele. Eu só tinha momentos meus na hora em que a Dinda estava com ele (fazendo suas vontades). Dá uma inveja dele nessas horas e uma saudade de mim...
Eu falo assim, apesar de saber que fatalmente quem ler essas palavras irão me interpetar mal. Não tenho esse problema, pois aqui eu sou franca com os meus sentimentos. Essa viagem calhou com uma decisão antiga que eu tomei e que vinha aos poucos acrescentando em minha vida: não criar expectativa com as coisas e com as pessoas.
Apesar de tudo girar em torno do bem-estar de Gui e isso me fazer feliz, a despeito do comentário acima, eu me divertir horrores. Diversão bem diferente do que eu costumo fazer, mas muito especial, pois saber que meu filho é amado, paparicado e muito esperado é fantástico. E sabe de uma coisa? Momentos meus eu vou ter muitos ainda, eu tenho que aproveitar o quanto eu posso enquanto ele é pequeno, que o olhar ele é outro, a visão das é diferenciada e que apenas uma bolinha o deixa imensamente feliz. Eu pude proporcionar muita felicidade e prezer pra o grande amor de minha vida e isso é único.

Mas, estar em Fortaleza me fez fazer uma avaliação de minha vida, principalmente porque minha cunhada é psi tb e me dá uns toques bem de realidade. E segundo Nite, eu não sou ninguém sem uma lista...
(1) Teste do biquíni é tudo: emagrecer urgente, pois tô com excessos em todos os lados (60,1 kg é brincadeira?);
(2) Comer direitinho e de três em três horas;
(3) Quando entrar de férias do trabalho, entrar na academia;
(4) Sair pra me divertir apenas, sem criar expectativas de como será;
(5) Estudar (muito) mais.