domingo, 6 de setembro de 2009

A economia nas palavras (dos engenheiros) que eu não aprendi

Estes dias têm sido um tormento psíquico pra mim, pois não tenho feito outra coisa ao não ser pensar. E sofrer com os meus pensamentos, uma verdadeira miséria neurótica.
Quanto mais eu me aproximo da porta de saída da análise, mais eu entro no liquidificador. Parece que minha vida está girando a 300 rpm. Tá tudo muito rápido: minhas emoções, meus sentimentos, minhas ações, minha língua, meus amores, meus desafetos, minha produção, tudo enfim. E quem perde? Eu, Gui.
A última, fresquíssima: OL colocou uma câmera aqui em casa e não me disse nada. Sônia chega aqui no sábado e me olha com a maior cara feia, mas não diz nada. Depois de algumas horas, ela me pergunta (que bom que ela é igual a mim, nada econômica na palavras): "tu tá desconfiada de mim?" "pq Soninha?" "pra que tu colocou essa câmera aí?". Tum. Eu senti a minha vida passar por mim. Juro. Na hora eu não consegui nem articular meu desespero com algum significante mínimo que fosse. Eu simplesmente senti uma "desrealização". Eu não tive nem reação.
Alguns minutos após, eu caí em mim e me vi ligando pra OL pergntando se ele tinha colocado a maldita em minha sala e que era pra ele tirar. Ele se sentiu ofendido, o palhaço do sinal aqui perto. É isso que ele é, um palhaço de quinta categoria (coitado dos palhaços d sinal serem comparados a ele). Enfim, um total idiota.
Eu estou com tanta raiva de OL que passei fim de semana inteiro desarticulada da realidade. Foi bom por um fator: tive um acerto de contas virtual com outro palhaço que tira a maior ondinha de bom garoto pra cima de mim. Outro otário.
Eu simplesmente não sei pra que existem homens no mundo. As mulheres deveriam vir dotadas de pênis, assim nós não precisaríamos desses palhaços pra nada. Tô de saco cheio de Y. Só Gui escapa dessa corja.
Fim de papo.

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