domingo, 18 de maio de 2008

É triste, mas é pesquisa científica...

"Tal qual hábitos alimentares e exercícios físicos, tratamentos para a obesidade são uma opção para eliminar os quilos em excesso. Dietas hipocalóricas é uma das formas de promover a utilização das reservas de energia em tecido adiposo e tem como conseqüência a redução do peso corporal. E mesmo sem a dieta, o exercício físico pode tanto induzir à perda de peso, quanto prevenir o ganho de peso, auxiliando na manutenção do peso em longo prazo. Salienta-se que a realização de atividade física regular constitui um dos componentes mais importantes do tratamento, uma vez que promove, após o emagrecimento, a manutenção do peso corporal em longo prazo.
Quanto ao tratamento medicamentoso, a perda de peso pode corresponder a 10-15% do peso inicial, contudo ao suspenderem o remédio, comumente as pessoas obesas voltam a engordar, pois não há mudanças no estilo de vida em conjunto com o tratamento realizado.
Torna-se perceptível que, na grande maioria dos tratamentos da obesidade, os indivíduos não conseguem manter o peso perdido; muitos pacientes voltam a ganham de 35% a 50% de seu peso perdido um ano após o tratamento. Alguns autores propõem como manutenção de peso perdido a longo prazo a perda intencional de peso de pelo menos 10% do peso corporal inicial e mantê-lo por pelo menos um ano.
Sabe-se que a perda de peso se consegue com dificuldade e o reganho de peso é uma realidade; assim, cada vez mais, há tratamentos para obesidade. Porém, muitos dos indivíduos não conseguirão atingir sua meta de perda de peso e, mesmo que consigam, estima-se que grande parte irá reganhar o peso perdido dentro de três a cinco anos.
Sabe-se que a perda de peso se consegue com dificuldade e o reganho de peso é uma realidade; assim, cada vez mais, há tratamentos para obesidade. Esse reganho de peso não prejudica apenas a estética e a auto-estima da pessoa, pois deteriora sua qualidade de vida." Adaptação minha.

Ficha Técnica:
Souza, Noa Pereira Prada de
Evolução da obesidade da infância até a vida adulta entre mulheres da fila de espera para a cirurgia bariátrica pelo Sistema Único de Saúde. / Noa Pereira Prada de Souza. – Araraquara, 2007.
160 f.
Dissertação (Mestrado) – Universidade Estadual Paulista. “Júlio de Mesquita Filho”. Faculdade de Ciências Farmacêuticas. Programa de Pós Graduação em Alimentos e Nutrição
Orientador: Maria Rita Marques de Oliveira . 1.Obesidade mórbida. 2.Cirurgia bariátrica. 3.História de vida. 4.Atividade física. I.Oliveira, Maria Rita Marques de orient. II. Título.

P.S.: tem disponível para acesso no domínio público.

Um comentário:

Noa_Prada disse...

Olá, Lila!
Achei legal que tenha se interessado pelo meu trabalho.
Fiquei muito feliz...

Abçs e boa semana

Noa