segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Eduardo Loureiro

Eu já disse em algum post antigo que este ano seria um revival de tempos mais felizes e literalmente eu tenho voltado a coisas que me fizeram felizes. Falei da dança, da proposta de ler mais, inclusive romances sem grandes pretensões, ir ao cimena em plena semana (um prazer que não há palavras pra descever) e a crônicas. Particularmente as de Eduardo Loureiro.

Há muitos anos, uns oito, eu o descobri por puro acaso em minhas eternas buscas pela internet e passei a acompanhá-lo nO Pátio e inclusive recebia um clipping diário, uma pérola em minha vida.

A vida vai, a vida vem e os clippings param de chegar; os acontecimentos diários tem um poder imenso de me afastar dos meus pequenos prazeres e lá se foram as Crônicas do Dia...

Mas como estou muito ansiosa com minha RA, eu estou procurando desopilar de formas variadas e uma delas é ler as Crônicas do Dia. Eduardo Loureiro (assim como Rubem Alves) tem o poder de me fazer chorar de tanta felicidade, de fazer tocar em pontos tão íntimos que eu sequer admitia existirem adormecidos dentro de mim. Parece que ele sempre sabe onde meu coração está...

E pra finalizar, uma frase dele que eu acabei de ler e que foi o tema de minhas análises o ano passado inteiro: "O ano que está terminando de passar foi, para mim, o ano de ouvir o coração e não julgar. Ouvir meu coração e não me julgar. Ouvir o coração do outro e não julgá-lo. Como é leve o mundo e a vida quando reduzimos o julgamento" (fonte: http://crondia.blogspot.com).

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